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	<title>Trechos Sublinhados</title>
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	<description>Um marca-texto em forma de blog. Por Bruno Galera.</description>
	<pubDate>Thu, 22 May 2008 18:34:38 +0000</pubDate>
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		<title>Ausências</title>
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		<pubDate>Thu, 22 May 2008 18:34:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) Há uma estranha alegria em saber que ainda conseguimos ficar tristes. Significa, entre outras coisas, que não estamos perdidos.
BENEDETTI, Mario. Correio do Tempo, p.82. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.
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			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>(&#8230;) Há uma estranha alegria em saber que ainda conseguimos ficar tristes. Significa, entre outras coisas, que não estamos perdidos.</p></blockquote>
<p>BENEDETTI, Mario. Correio do Tempo, p.82. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007.</p>
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		<title>Arte</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 15:15:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>

		<category><![CDATA[História]]></category>

		<category><![CDATA[Inglês]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) &#8220;Art corresponds to periods of stress much more than it corresponds to periods of well-being and leisure. There is no question that art is not being produced as a result of people having more spare time; it is being produced when all hell is breaking loose and people don&#8217;t have enought to eat.&#8221;
WRIGHT, Alex. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>(&#8230;) &#8220;Art corresponds to periods of stress much more than it corresponds to periods of well-being and leisure. There is no question that art is not being produced as a result of people having more spare time; it is being produced when all hell is breaking loose and people don&#8217;t have enought to eat.&#8221;</p></blockquote>
<p>WRIGHT, Alex. Glut: Mastering Information Through The Ages, p.45-46. Washington DC: John Henry Press, 2001.</p>
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		<title>Malandro</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Mar 2008 20:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>

		<category><![CDATA[Reportagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando o mundo soube que seu avião de segunda linha e com excesso de peso  havia descido no Aeroporto Baldonnel em Dublin, 28 horas e trinta minutos depois, Corrigan não só estava ciente do que tinha feito, como também já voara direto para os corações do povo americano. &#8220;Sou Douglas Corrigan&#8221;, disse aos aeroportuários irlandeses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>Quando o mundo soube que seu avião de segunda linha e com excesso de peso  havia descido no Aeroporto Baldonnel em Dublin, 28 horas e trinta minutos depois, Corrigan não só estava ciente do que tinha feito, como também já voara direto para os corações do povo americano. &#8220;Sou Douglas Corrigan&#8221;, disse aos aeroportuários irlandeses que se reuniram assombrados à sua volta quando ele aterrissou. &#8220;Venho de Nova York. Onde estou? Queria ir para a Califórnia&#8221;.</p></blockquote>
<p>SUZUKI JR., Matinas (org.). O Livro das Vidas - Obituários do New York Times, p.134-135. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. Tradução de Denise Bottmann.</p>
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		<title>Barbárie</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 13:34:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) Um talibã fanático, quiçá louco, saltou para dentro da jaula de um urso e cortou fora seu nariz, achando que a &#8220;barba&#8221; do animal não era comprida o suficiente. Outro combatente, intoxicado pelos acontecimentos e por seu próprio poder, adentrou a cova do leão e bradou: &#8220;Eu sou o leão agora!&#8221;. O leão o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>(&#8230;) Um talibã fanático, quiçá louco, saltou para dentro da jaula de um urso e cortou fora seu nariz, achando que a &#8220;barba&#8221; do animal não era comprida o suficiente. Outro combatente, intoxicado pelos acontecimentos e por seu próprio poder, adentrou a cova do leão e bradou: &#8220;Eu sou o leão agora!&#8221;. O leão o matou. Outro soldado talibã atirou uma granada na cova, cegando o animal. O urso sem nariz e o leão cego, além de dois lobos, foram os únicos animais que sobreviveram ao regime do talibã.</p></blockquote>
<p>WRIGHT, Laurence. O vulto das torres, p.257. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. Tradução de Ivo Korytowski.</p>
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		<title>Aniquilação</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Feb 2008 20:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) Essa era uma visão generalizada em Ruanda, onde a depressão era epidêmica. O assim chamado instinto de sobrevivência é freqüentemente descrito como uma necessidade animal de autopreservação. Mas, uma vez que a aniquilação física é afastada, a alma ainda requer preservação, e uma alma ferida se torna a fonte de sua própria aflição; ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>(&#8230;) Essa era uma visão generalizada em Ruanda, onde a depressão era epidêmica. O assim chamado instinto de sobrevivência é freqüentemente descrito como uma necessidade animal de autopreservação. Mas, uma vez que a aniquilação física é afastada, a alma ainda requer preservação, e uma alma ferida se torna a fonte de sua própria aflição; ela não pode cuidar de si mesma diretamente. Assim, a sobrevivência pode parecer uma maldição, pois uma das necessidades dominantes de uma alma carente é a de que necessitem dela.</p></blockquote>
<p>GOUREVITCH, Philip. Gostaríamos de informá-lo de que amanhã seremos mortos com nossas famílias, p.222. São Paulo: Companhia das Letras, 2006. Tradução de José Geraldo Couto.</p>
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		<title>Cão</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Dec 2007 22:05:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>

		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

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		<description><![CDATA[(&#8230;) Quando Celina o pegava para anotar no livro de música os números que correspondiam aos dedos, o lápis estava desejando que o deixassem escrever. Como Celina não soltava, ele se mexia ansioso entre os dedos que o sujeitavam, e com seu olho único e pontiagudo olhava indeciso e oscilante de um lado para outro. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>(&#8230;) Quando Celina o pegava para anotar no livro de música os números que correspondiam aos dedos, o lápis estava desejando que o deixassem escrever. Como Celina não soltava, ele se mexia ansioso entre os dedos que o sujeitavam, e com seu olho único e pontiagudo olhava indeciso e oscilante de um lado para outro. Quando o deixavam aproximar-se do papel, a ponta parecia um focinho que farejava algo, com instinto de lápis, desconhecido para nós, e observava entre as pernas das notas, buscando um lugar branco onde morder. Por fim Celina o soltava e ele, como um leitãozinho quando mama, se dependurava vorazmente no branco do papel, ia deixando as pequenas pegadas firmes e acentuadas do seu curto casco negro e mexia alegremente o longo rabo vermelho.</p></blockquote>
<p>HERNÁNDEZ, Felisberto. O Cavalo Perdido e outras histórias, p.31. São Paulo: Cosac Naify, 2006. Tradução de Davi Arrigucci Jr.</p>
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		<title>Acontecimento</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Dec 2007 12:45:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Rússia]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia treze de janeiro do ano corrente de mil oitocentos e sessenta e cinco, ao meio-dia, Ielena Ivânovna, esposa de Ivan Matviéitch, meu culto amigo, colega de serviço e parente em grau afastado, quis ver o crocodilo que era exibido na Passagem mediante determinada quantia.
DOSTOIÉVSKI, Fiódor. O Crocodilo, p.15. São Paulo: Editora 34, 2000. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>No dia treze de janeiro do ano corrente de mil oitocentos e sessenta e cinco, ao meio-dia, Ielena Ivânovna, esposa de Ivan Matviéitch, meu culto amigo, colega de serviço e parente em grau afastado, quis ver o crocodilo que era exibido na Passagem mediante determinada quantia.</p></blockquote>
<p>DOSTOIÉVSKI, Fiódor. O Crocodilo, p.15. São Paulo: Editora 34, 2000. Tradução de Boris Schnaiderman.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mariposas</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Sep 2007 22:02:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Rússia]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando chegou mais baixo, passou a voar rasante, sapecando a copa das árvores. De perto, a pista de dança perdia a aparência de flor. Transformava-se numa visão infantil de Ano Novo, um imenso emaranhado de lâmpadas coloridas brilhando por entre os ramos, de onde emanava música de surpreendente vulgaridade e estranha beleza.
PELEVIN, Victor. A Vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>Quando chegou mais baixo, passou a voar rasante, sapecando a copa das árvores. De perto, a pista de dança perdia a aparência de flor. Transformava-se numa visão infantil de Ano Novo, um imenso emaranhado de lâmpadas coloridas brilhando por entre os ramos, de onde emanava música de surpreendente vulgaridade e estranha beleza.</p></blockquote>
<p>PELEVIN, Victor. A Vida dos Insetos, p.51. Rio de Janeiro: Rocco, 2000. Tradução de Lia Wyler.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Café, senhoras?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2007 01:45:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>

		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>

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		<description><![CDATA[Mesmo depois de todos aqueles anos, não compreendia por que os americanos queriam café imediatamente, no instante em que o garçom chegava. Eles tomavam café quente, então suco de laranja gelado, então mais café. Não fazia absolutamente nenhum sentido.
BARNES, Julian.  As Coisas Que Sabemos in Um Toque De Limão, p.71. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>Mesmo depois de todos aqueles anos, não compreendia por que os americanos queriam café imediatamente, no instante em que o garçom chegava. Eles tomavam café quente, então suco de laranja gelado, então mais café. Não fazia absolutamente nenhum sentido.</p></blockquote>
<p>BARNES, Julian.  As Coisas Que Sabemos <em>in </em>Um Toque De Limão, p.71. Rio de Janeiro: Rocco, 2006.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Nenhum sentido</title>
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		<pubDate>Tue, 01 May 2007 20:33:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruno Galera</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Hungria]]></category>

		<category><![CDATA[Leste Europeu]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas surpresas aguardam os diretores inexperientes. Iron não teve oportunidade de descobrir, ainda, que o papel fracassa diante das câmeras de televisão, que todas as expectativas são enganosas e nada pode ser tomado como certo.
ÖRKÉNY, István. A Exposição das Rosas, p.25. Ed.34, 1993.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote>Muitas surpresas aguardam os diretores inexperientes. Iron não teve oportunidade de descobrir, ainda, que o papel fracassa diante das câmeras de televisão, que todas as expectativas são enganosas e nada pode ser tomado como certo.</p></blockquote>
<p>ÖRKÉNY, István. A Exposição das Rosas, p.25. Ed.34, 1993.</p>
]]></content:encoded>
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