Agrimensor

(…) teve de rir involuntariamente porque o cheiro era tão doce, tão acariciante, como quando alguém ouve elogios e belas palavras de uma pessoa a quem se quer muito bem e não sabe exatamente do que se trata, nem quer saber, mas está feliz com o conhecimento de que é essa pessoa que fala desse modo.

KAKFA, Franz. O Castelo, p.158. São Paulo: Companhia Das Letras, 2000.

2 Comments to 'Agrimensor'

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  1. gilson said,

    Absoluto. Texto daqueles que a gente gostaria de ter escrito.

  2. luciana said,

    lindo isso. tanto de ler como de sentir.
    (:

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