Há alguns minutos procurei informações sobre o ingresso de um show que pretendo assistir na semana que vem (Fernanda Takai, para os curiosos). Insatisfeito com o serviço de todos os guias culturais online da cidade de Porto Alegre, resolvi depositar minhas esperanças no site da produtora do evento. De fato, encontrei o que procurava (data, preços) de forma rápida, mas notei algo bastante interessante.

Está aí um exemplo do que acontece quando se negligencia a semântica do código de marcação do seu site. Associando-se uma navegação em Flash, temos mais que problemas de acessibilidade e usabilidade: o site é encontrado, mas a descrição dele não faz sentido algum. E pior, nesse caso: revela detalhes internos da produção (como esse comentário sobre o header), bastante dispensáveis num lugar tão nobre quanto a primeira colocação de um resultado de busca do Google.
Fiz uma busca por algo bastante determinado, pois já sabia que a Opus estava envolvida com o concerto. Mas se eu tivesse procurado por algo genérico, porém óbvio, como “fernanda takai porto alegre”, nada teria encontrado relacionando os dois. Pelo menos até a terceira página de resultados, o site da empresa não apareceu.
